O nome Visconde de Mauá é atribuído ao conjunto das vilas de Mauá, Maringá e Maromba e seus diversos vales, como o Vale das Cruzes, Alcantilado, Pavão e Grama. A região compreende parte dos municípios de Resende e Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro, Bocaina de Minas, em Minas Gerais. É o Rio Preto que faz a divisa entre os dois estados. As vilas ficam, em média, a 40 quilômetros das sedes desses municípios. Localiza-se em área de preservação ambiental, na Serra da Mantiqueira, a 1200 metros de altitude.
Os turistas são atraídos pelas belezas naturais das cachoeiras e vales. A principal atividade econômica da região é o turismo, com mais de 100 estabelecimentos de hospedagem e dezenas de restaurantes, alguns especializados em trutas e receitas à base de pinhão.
Visconde de Mauá homenageia Irineu Evangelista de Sousa, barão e depois visconde. Em 1889, ainda no Império, seu filho, Henrique Irineu de Souza, instalou nas terras um núcleo colonial, formado por famílias de imigrantes europeus. A iniciativa fracassou e a maior parte dos colonos retornou aos países de origem. Em 1908 o governo federal compra as terras de Henrique e cria o Núcleo Colonial Visconde de Mauá, segunda tentativa de receber colonos europeus. Este núcleo acaba extinto em 1916.
Algumas famílias alemãs permaneceram em Visconde de Mauá e, a partir da década de 30, começaram a receber parentes e amigos vindos da Europa, iniciando assim a atividade turística na região, com destaque para família Bühler. Na década de 70 a vila de Maromba foi descoberta pelos hippies e, a partir dos anos 80, começou a se tornar um dos destinos de montanha preferidos de turistas do Rio de Janeiro e São Paulo.
Uma curiosidade é que Irineu Evangelista, o Visconde de Mauá, nunca esteve na região que hoje leva seu nome.
Curta um pouquinho de Visconde de Mauá

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